Quem avalia é quem visita.
O valor certo do seu imóvel,
comprovado em laudo.
Anúncio é pedido de venda, e opinião de corretor não sustenta financiamento, partilha nem processo. Eu apuro o valor com pesquisa de mercado, metodologia declarada e data-base — conforme a ABNT NBR 14.653.
O que você recebe
O valor não vem sozinho. Vem com a conta.
Como o valor é apurado
Não é estimativa. É procedimento.
Cada etapa abaixo é exigência da norma e vem registrada no laudo. E a maior parte do trabalho não está na visita: está na pesquisa de mercado e no tratamento dos dados.
A avaliação não é inspeção predial: ela caracteriza o imóvel para apurar valor, e não levanta patologias.
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Vistoria de caracterizaçãoAspectos físicos, construtivos e de localização — quem avalia é quem visita.01
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Conferência documentalMatrícula, IPTU e o que mais descreva a área e as características do imóvel.02
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Pesquisa de mercadoLevantamento de elementos comparáveis, na mesma região e tipologia.03
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Saneamento da amostraO que não compara sai do cálculo — e o laudo diz por quê.04
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Tratamento dos dadosConforme a NBR 14.653, preferencialmente pelo método comparativo direto.05
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Determinação do valorCom a metodologia adotada, a memória de cálculo e a data-base declaradas.06
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Grau de fundamentaçãoO nível de rigor efetivamente alcançado, informado conforme a norma.07
O grau de fundamentação
Todo laudo diz um valor. Só um diz o quanto ele se sustenta.
A NBR 14.653 classifica o próprio laudo: quanto mais rigoroso o levantamento e o tratamento, maior o grau de fundamentação. É esse grau que o banco, o cartório e o juízo olham antes de olhar o número.
A caracterização é o que amarra o valor ao imóvel certo. No grau mais baixo, admite-se adotar uma situação paradigma; no mais alto, o imóvel é caracterizado por completo, com vistoria e medição — e é isso que eu faço em toda avaliação.
Com a metodologia, a memória de cálculo e a data-base. Não é selo de marketing: é uma linha do documento, e é por ela que o laudo é conferido.
Quadro explicativo · o grau efetivamente alcançado depende dos dados disponíveis na data-base e é declarado no laudo, nunca prometido antes da pesquisa
Para que serve
Cinco portas para o mesmo laudo
A finalidade não é burocracia: ela muda o que o laudo precisa demonstrar. Diga para que serve, e o escopo sai desenhado para isso.

Rebeka Pedrôzo,
engenheira civil
Sou Rebeka Pedrôzo, engenheira civil formada em 2016 e registrada no CREA-PE. Atuo com vistorias e avaliações de imóveis em Recife e Região Metropolitana, acompanhando pessoalmente cada serviço — da inspeção no imóvel à entrega do laudo técnico.
Orçamento
Precisa do valor para quando?
Tipo do imóvel, metragem, endereço e — o que mais importa — para que serve a avaliação. Devolvo a proposta com escopo e valor fechado.
Como funciona
Do orçamento ao laudo
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01Você pede a proposta
Tipo, metragem, endereço e a finalidade da avaliação. Devolvo a proposta com escopo, prazo e valor fechado.
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02Vistoria de caracterização
Uma visita ao imóvel, para caracterizar os aspectos físicos, construtivos e de localização que entram no cálculo.
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03Pesquisa, cálculo e laudo
É esta etapa que fundamenta o valor, e é ela que define o prazo. O laudo sai com memória de cálculo, data-base e grau declarado.
- Acesso ao imóvel
- Matrícula do imóvel
- Carnê ou inscrição do IPTU
- A finalidade da avaliação
Transparência
Os limites do laudo
Prefiro dizer antes. Um laudo vale pelo que delimita tanto quanto pelo que afirma.
- O valor tem data-base: ele descreve o mercado naquela data, não em qualquer momento futuro.
- A vistoria de caracterização é visual e aparente, sem ensaios destrutivos, abertura de paredes ou remoção de revestimento.
- A avaliação não é uma inspeção predial: ela caracteriza o imóvel para apurar valor, e não levanta patologias.
- Atuação como perita decorre de nomeação judicial. Na contratação direta pela parte, o trabalho é de assistência técnica — e o laudo é apresentado nessa condição.
Dúvidas
Perguntas de quem precisa do valor
Serve para financiamento bancário?
O laudo é elaborado conforme a NBR 14.653, com ART. Cada banco tem a própria exigência — vale confirmar com o seu antes de contratar, e eu ajudo a checar.
Serve para inventário ou partilha?
Sim, e é um dos usos mais comuns. O que sustenta o laudo nesse caso é a metodologia declarada e o grau de fundamentação alcançado.
E para processo judicial?
Sim, como assistência técnica da parte que contrata. A atuação como perita do juízo decorre de nomeação judicial, não de contratação direta — a distinção é da própria norma e vem escrita no laudo.
Quanto custa um laudo de avaliação?
Depende do tipo do imóvel, da metragem e da finalidade — é ela que define o que o laudo precisa demonstrar. Me manda esses três dados que eu devolvo a proposta com escopo e valor fechado.
Qual a diferença entre avaliação e vistoria?
A avaliação apura VALOR: caracteriza o imóvel, pesquisa o mercado e trata os dados. A vistoria levanta ESTADO: problema por problema, com foto e grau. São serviços diferentes, e um não substitui o outro.
Por que a avaliação demora mais que uma vistoria?
Porque a maior parte do trabalho não está na visita: está na pesquisa de mercado e no tratamento dos dados. É ela que transforma um número em valor fundamentado.
O laudo vale por quanto tempo?
O valor tem data-base: ele descreve o mercado naquela data. A norma não fixa prazo de validade, mas quem recebe o laudo — banco, juízo ou cartório — costuma ter o seu. Vale confirmar antes.
Preciso ter a matrícula do imóvel?
É o documento que confirma área e identificação, então ajuda muito. Sem ela eu ainda avalio, com a caracterização feita em campo, e o laudo declara em que base a área foi considerada.
O laudo vai dar o valor que eu preciso?
Não é assim que funciona, e é melhor saber antes: o valor sai da pesquisa de mercado na data-base. É justamente por não ser negociável que ele sustenta financiamento, partilha e processo.
Avaliação de imóveis · Recife e RMR
Diga a finalidade. Eu devolvo o escopo.
Tipo do imóvel, metragem, endereço e a finalidade. Devolvo a proposta com escopo, prazo e valor fechado.